Clínica de Psicologia Infantil Juazeiro do Norte, Ceará

Encontre as clínicas de psicologia infantil de Juazeiro do Norte. Saiba aonde estão os psicólogos especializados em tratamentos de transtornos emocionais e psicológicos de crianças e adolescentes em sua região; aproveite e leia nossos artigos sobre transtornos de ansiedade, sinais,causas e sintomas de depressão em crianças, hiperatividade infantil e demais diagnósticos e tratamentos de problemas comportamentais e psicológicos.

Regina Cely Soares Feitosa
(88) 3511-0552
r Pe Cícero, 1029, Salesiano
Juazeiro do Norte, Ceará

Dados Divulgados por
Audisia Maria Paiva Teixeira
(88) 3511-5748
r S José, 622, Centro
Juazeiro do Norte, Ceará

Dados Divulgados por
Instituto Gaia Ltda
(85) 3224-9770
r José Vilar, 964, Meireles
Fortaleza, Ceará

Dados Divulgados por
Clinica Integrada de Psicologia e Saude S/c Ltda
(85) 3268-2522
r Osvaldo Cruz, 2602, Meireles
Fortaleza, Ceará

Dados Divulgados por
Terapia Cognitivo-Comportamental
(85) 8875-2424
Rua João Carvalho 800 sl 309
Fortaleza, Ceará
 
Feitosa, Regina C S
(88) 3511-0552
r Conceição, 536 SL312
Juazeiro do Norte, Ceará

Dados Divulgados por
Clínica de Fisioterapia geral
(88) 3587-1088
Rua Boa Vista, 374 - Centro
Juazeiro do Norte, Ceará
 
Feitosa, Regina C S
(88) 3511-0552
r Conceição, 536 SL312
Juazeiro do Norte, Ceará

Dados Divulgados por
Claudia Blaia e Cia Ltda Me
(85) 3224-8233
r Leonardo Mota, 1515, Meireles
Fortaleza, Ceará

Dados Divulgados por
Clínica Aloisio Oliveira
(88) 3587-3728
Rua Pe. Cícero, 753
Juazeiro do Norte, Ceará
 
Dados Divulgados por

A depressão precoce

 

A depressão precoce

A depressão precoce

A sintomatologia depressiva na criança é muito diferente da do adulto e dificilmente reconhecível, uma vez que pode tomar diversas formas.



A depressão na criança foi, durante muito tempo, desconhecida. A ideia da infância como um período tranquilo, protegido de todas as preocupações, conduziu a que, durante muito tempo, não se pusesse sequer em causa que durante a infância não poderia existir sofrimento psicológico.

Para além disto, a sintomatologia depressiva na criança é muito diferente da do adulto e dificilmente reconhecível, uma vez que pode tomar diversas formas. Normalmente, a depressão infantil resulta de uma perda, podendo esta perda ser real (por exemplo, a morte de um dos pais) ou simbólica (por exemplo, quando os pais estão fisicamente presentes, mas não o estão emocionalmente).

Também pode ocorrer que as adaptações psicológicas normais no desenvolvimento se tornem demasiado difíceis para a criança, constituindo-se não como uma causa, mas como um factor de risco para uma depressão. Se as etapas do desenvolvimento, por serem mais complicadas para a criança, podem dar lugar a reacções depressivas, a depressão, depois de instalada, constitui-se inevitavelmente como um entrave ao desenvolvimento intelectual, afectivo e mesmo físico da criança.

A tristeza

Uma criança triste não é obrigatoriamente uma criança deprimida. A tristeza é um sentimento normal, comum a todas as crianças em diferentes momentos da sua vida. No entanto, se a duração dessa tristeza é prolongada, ela poderá ter um carácter patológico e os pais devem ficar alerta para a existência de outros sintomas reveladores da depressão. Todavia, muitas vezes a tristeza da criança não é facilmente detectável, pois ela não a exprime (nem o pode fazer) de uma forma directa como um adulto. A tristeza é revelada pelo seu olhar ausente e rosto sério, pelo choro fácil ou pela auto-depreciação.

Os pais devem conhecer e estar alerta para todos os sinais que o seu filho lhes possa transmitir, por mais subtis que sejam, procurando a ajuda de um psicólogo se tiverem qualquer suspeita. Mesmo que não se identifique uma depressão, os sintomas que aqui são identificados são reveladores de alguma angústia da criança e devem ser tratados o mais precocemente possível. Não é obrigatório que todos estejam presentes para que exista uma depressão infantil.

Os sintomas da depress&ati...

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Agressividade na infância pode estar ligada a um parto difícil

 

Bebês que vieram ao mundo em um parto difícil, com o uso de fórceps, são mais propensos a desenvolver problemas como a agressividade durante a infância se comparados com aqueles que nasceram de cesariana, informou um estudo feito na China.

Os pesquisadores acreditam que os problemas comportamentais podem estar ligados ao alto nível de cortisol, um hormônio que o corpo produz durante um nascimento estressante e difícil.

"A associação entre o modo de nascimento e uma psicopatologia na infância está provavelmente relacionada ao efeito do cortisol", escreveram os pesquisadores em um artigo publicado nesta quarta-feira no BJOG: Jornal Internacional de Ginecologia e Obstetrícia.

Estudos anteriores concluíram que níveis de cortisol no sangue do cordão umbilical são menores em bebês que nascem de cesariana opcional, seguido pelo parto normal espontâneo. Altos níveis de cortisol são encontrados em partos normais com a ajuda de fórceps ou por vácuo extrator.

"Os níveis de cortisol foram relacionados à psicopatologia infantil. Entretanto, mais estudos são necessários para olhar com mais detalhes para isso" escreveram os cientistas, liderados pelo professor Jianmeng Liu, vice-diretor do Instituto de Sa&ua...

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Como lidar com os distúrbios mentais na infância

João∗, de 8 anos, não sorria para os familiares, não gostava de contato social e era agressivo com os pais. Conheça a história da mãe que teve de aprender a amar seu filho

 Shutterstock

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Os craques santistas Neymar, Paulo Henrique Ganso e Robinho são os três ídolos de João∗, de 8 anos. Assim como muitos garotos da sua idade, ele adora futebol e toda semana se reúne com os coleguinhas de escola para jogar uma "pelada". "Sou meia-atacante", diz orgulhoso. Na vida de João, porém, o esporte é mais que uma paixão ou divertimento. É uma forma dele se socializar e superar as dificuldades de um grave transtorno de desenvolvimento que já trouxe muita preocupação para sua mãe, a engenheira química Cláudia∗.  O filho tão desejado por Cláudia nasceu em um parto complicado. Por causa disso, ele teve de ficar internado durante dez dias antes de ir para casa com a mãe. Conforme crescia, João demonstrava um comportamento pouco comum: não sorria para os familiares, não gostava de contato social, era agressivo com os pais sem motivo, não reagia afetivamente e não falava. Para a família, tudo aquilo parecia natural, coisa de criança. Até que, ao completar 1 ano e 8 meses, ele passou a frequentar um berçário. No ambiente escolar, ficou evidente que havia algo de errado: João batia nas outras crianças, não gostava das professoras e evoluía de modo incompatível com a sua idade. Os profissionais do berçário recomendaram então que Cláudia procurasse ajuda médica.  Levado a um psicólogo, foi constatado que João apresentava traços de uma criança autista, apesar de não ter autismo. O diagnóstico: Transtorno Global do Desenvolvimento. Sob o nome, estão incluídos graves distúrbios emocionais e transtornos relacionados à saúde mental infantil. "Os problemas dessas crianças não vêm necessariamente de uma debilidade intelectual nem de uma debilidade física", afirma Maria Cristina Kupfer, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP) e estudiosa da psicose e autismo infantis há mais de vinte anos. "Seus problemas vêm de uma falha precoce no estabelecimento da relação com os outros."  Isso quer dizer que, para crianças como João, a construção do psiquismo voltado para o convívio social não se fez convenientemente. Nosso psiquismo (ou nossa personalidade) é construído para ser um instrumento de rela&...

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Crianças estressadas

 

O estresse não é apenas doença de adultos, que trabalham sobre pressão e precisam pensar nas contas da casa. Bebês e crianças, principalmente a partir dos nove meses de idade, também sofrem dessa doença que acomete milhões de pessoas no mundo.

De acordo com a Dra. Patrícia Pessoa de Mello, pediatra da Beneficência Portuguesa de São Paulo, quadros de estresse são percebidos em bebês principalmente entre o nono e o décimo oitavo mês de idade. “Essa é uma fase de grandes mudanças na vida dos pequenos, como por exemplo, quando precisam se separar da mãe para começar a frequentar a escola”, afirma a especialista.

Além da separação da mãe – que na maior parte dos casos é a pessoa mais próxima da criança –, outros fatores como mudança de endereço, de escola, separação ou luto também provocam o estresse nas crianças. Outro motivador é quando os pais sofrem com a doença e acabam passando para os filhos. “Crianças que vivem em uma casa com muitas brigas, crianças pequenas que têm muitas responsabilidades ou que se sentem deixados de lado após o nascimento do irmão também mostram sinais de estresse”, alerta a pediatra.

O estresse infantil se apresenta através de sintomas físicos como dor de barriga, dor de cabeça, tensão muscular, casos frequentes de xixi durante o sono, ranger dos dentes, distúrbio do sono, roer das unhas, por exemplo. A gagueira e a hiperatividade também podem ser sintomas do estresse.

Além dos sintomas físicos, crianças que sofrem desse mal também podem ter terror noturno, pesadelos, ser muito ansiosos, tristes ou teimosos, e também ter dificuldade nas relações interpessoais e ser agressivos. “É importante que os pais fiquem atentos a comportamentos que não são particulares de seu filho”, ressalta a especialista.

A médica afirma que, se alguma mudança causa insegurança na criança, pode ser desencadeadora do estresse. Para que isso não ocorra é fundamental que os pais tentem suavizar as alterações de rotina, conversando e expondo os motivos do que está acontecendo, passando segurança e tranquilidade ao seu filho.

A especialista também chama a atenção para um fator que pode estressar as crianças atualmente: atividades extracurriculares em excesso. Há pais matriculam as crianças em diversas atividades após o horário escolar, ocupando toda a agenda dos filhos. “Nesses casos acabam esquecendo a import...

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Crianças: tudo a seu tempo

Eles são pequenos mas, influenciados pelos meios de comunicação, logo aos 4 ou 5 anos começam a demonstrar atitudes inadequadas para suas idades, fazendo caras e bocas sensuais, utilizando um vocabulário pra lá de apimentado e vestindo roupas provocantes. Quem acha uma gracinha é melhor conter o riso. Além de antecipar a sexualidade nos pequenos, o comportamento “avançado” de meninos e meninas pode colocá-los e risco.

Segundo a psicoterapeuta familiar e coordenadora de grupos de casais grávidos, Natércia Tiba, a demonstração de sensualidade por parte de crianças pequenas não reflete de fato a intenção de erotismo vista pelos pais e parentes. “Na verdade, eles estão copiando modelos da TV, como fariam com os super-heróis ou princesas. Mas o contato com esse tipo de informação ocorre cada vez mais cedo e não deve ser estimulado pelos adultos”. Segundo Dra. Natércia, cabe aos pais conversar com os filhos. “É preciso explicar que determinadas roupas e atitudes não ficam bem para eles. Mas que existem inúmeras opções bonitas e próprias para cada idade”.

Incentivar o comportamento inadequado, segundo a psicoterapeuta, acaba fazendo com que as crianças vivam o período de sexualidade antes da hora certa. “Hoje em dia vemos meninas que nem mesmo começaram a desenvolver os seios e já usam sutiãs com enchimento. Outras que ainda nem ficaram menstruadas pela primeira vez e  já conversam muito sobre sexo . Com isso, a atividade sexual pode se desenvolver antecipadamente”.

E não tem jeito. Para prevenir o problema, os  pais precisam estar presentes. “Mães que trabalham ...

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Dezessete perguntas e respostas sobre o comportamento infantil

 

Saiba como lidar quando os pequenos têm atitudes que irritam e constrangem

O que fazer quando seu filho morde o amiguinho, dá tapas em você ou se atira no chão e começa a gritar? Listamos algumas situações em que os pais se perguntam como proceder ou como resolver tudo da melhor maneira possível. A ideia, claro, é sempre optar pelo caminho da boa educação. Para isso, conversamos com alguns especialistas, que sugerem maneiras de como lidar com o pequeno - seja um bebê, seja uma criança pequenina - diante desses comportamentos.

Decifrar o comportamento infantil não é tarefa fácil para os pais. A busca por respostas costuma esbarrar na maneira como eles criam os filhos, na quantidade de "nãos" que conseguem dizer a eles, nos limites que são capazes de impor.

Muitas vezes, os adultos intuem como devem agir, mas o medo de frustrar as crianças acaba resultando em resignação. "Elas são assim mesmo", dizem. Realmente, crianças têm atitudes-padrão em cada fase da vida, mas isso não significa que os adultos tenham de acatar ordens e aceitar todos os ataques como naturais no processo de desenvolvimento. Para ajudar os pais a agir nesses momentos difíceis, procuramos especialistas em educação e comportamento infantil, que sugerem alguns caminhos.

Até os 2 anos de idade

1. Meu filho tem a mania de morder as pessoas. Como mostrar a ele que isso é errado?

"É até esperado pelos profissionais que lidam com crianças que elas façam isso até os 3 ou 4 anos de idade, mas os adultos não podem permitir que mordam, porque machuca, é errado", explica Silvia Amaral, pedagoga, psicopedagoga, coordenadora da Elipse Clínica Multidisciplinar e conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

No momento em que seu filho morder um coleguinha ou qualquer outra pessoa, Silvia aconselha a boa e velha conversa olhos nos olhos. "Fique na mesma altura que a criança e fale firmemente que isso não pode nem deve mais acontecer porque machuca e dói. Os pais têm de deixar claro que não aprovam o comportamento porque, mesmo elas não tendo noções claras de certo e errado, não podem fazer tudo que querem", diz ela.

Isso não significa que o comportamento não vá se repetir, mas todas as vezes em que isso ocorrer é necessário deixar clara sua posição. "Agora, se acontecer com frequência, toda semana, por exemplo, significa que a agressão está se tornando um hábito e é preciso buscar a ajuda de um pr...

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